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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Inquietude


Qual é o ser humano que já não sofreu com desespero? Ou ainda, aquele sentimento de perturbação, receio, inquietação, tudo isso causando uma desarmonia geral e até crises existenciais.

O ser humano é propenso a esquecer as coisas boas e agradáveis, mas nunca esquece aquele assunto que lhe causa inquietude. Pode ser um amor não correspondido, um arrependimento, aquela dúvida que não deixa em paz, tudo isso tirando o sono, trazendo pensamentos ruins e a idéia de problemas sem solução.

As pessoas de pouca fé sofrem mais com isso, pois são incapazes de lidar com certos acontecimentos e obstáculos que são colocados aleatoriamente em suas vidas. Estas pessoas mergulham de cabeça no abismo da melancolia.

Na inquietude, as pessoas sentem a necessidade de fazer alguma coisa para se ter a sensação de alívio, aquela sensação de se tirar o peso das costas. Alguns escrevem, outros cantam ou dançam. São muitas as atividades que podem fazer bem àqueles que por motivos diversos sofrem desta tal inquietude. Fica ao critério de cada um o que é melhor a ser feito. Descubra o que lhe faz bem...

João C.M. Reina

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O Tempo


A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Mário Quintana

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Os melhores filmes sobre viagem no tempo



Trilogia De Volta Para o Futuro (Back To The Future Trilogy, 1985, 1989 e 1990): Não satisfeito em criar uma pequena obra-prima juvenil com o original de 1985, Robert Zemeckis e Bob Gale criaram duas sequências igualmente empolgantes mostrando a existência de uma realidade paralela diferente da qual o Marty McFly (Michael J. Fox), o personagem principal, vivia.








A Máquina do Tempo (The Time Machine, 1960): Baseado no clássico de H. G. Wells, conta a história de um cientista (Rod Taylor) do século XIX que constrói uma máquina do tempo e viaja a um futuro distante para aprender o caminho da paz com a evolução dos homens. O que ele encontra é tudo menos evolução. Teve uma refilmagem em 2002.






Série Exterminador do Futuro (Terminator, 1984, 1991, 2003 e 2009): Jim Cameron revolucionou o gênero por duas vezes com esta série, primeiro com o filme original, depois com a sequencia T2, apresentando efeitos visuais inovadores (para a época). Schwarzenegger faz um andróide que volta no tempo para eliminar aquela que seria a mãe do futuro líder da resistência dos homens contra as máquinas.










Planeta dos Macacos (Planet of Apes, 1968): Esqueça a refilmagem de Tim Burton realizada em 2001, o clássico sessentista é muito melhor! Não tem quem não se arrepie diante da cena onde Charlton Heston descobre a cabeça da Estátua da Liberdade escondida sob a areia (não assistiu? Que pena… acabei de contar o final!).











12 Macacos (Twelve Monkeys, 1985): O diretor Terry Gilliam é conhecido por suas obras cheias de fantasia e imaginação. Aqui ele coloca Bruce Willis e Brad Pitt lado a lado, num thriller de ficção futurista onde o destino da humanidade depende da erradicação de um perigoso virus que quase a extinguiu em 2035.
















Feitiço do Tempo (Groundhog Day, 1993): O comediante Bill Murray é um repórter metereológico mal-humorado que viaja até uma pequena cidadezinha do interior para cobrir “O Dia da Marmota”, um evento local. Mas algo mágico acontece e ele fica preso no tempo, repetindo sempre o mesmo dia. Sem pretenções (será?), o diretor Harold Ramis criou uma obra sensível, engraçada e cheia de mensagens subliminares.














Efeito Borboleta (Butterfly Effect, 2004): Ashton Kutcher é um estudante de psicologia que sofreu diversos traumas de infância e descobre ter o poder de viajar no tempo ao ler o seu antigo diário. Ao tentar “consertar” o passado, cria situações catastróficas no futuro. Uma espécie de De Volta Para o Futuro do lado negro da força.

sábado, 27 de novembro de 2010

Tempo de Amar


Queria voltar no tempo e reparar meus erros, mas sei que não é possível, pois o tempo é implacável, principalmente quando o assunto é amar alguém.

Queria então, uma segunda chance, já que temos o direito de errar por sermos humanos. Mais uma vez o tempo é implacável, pois o amor não espera, e por mais que tentemos correr atrás do mesmo amor fugitivo, mais ele se afasta.

Com o tempo percebi que amor verdadeiro não pode fugir e que é uma tolice insistir em algo que está fugindo de mim.

Sentimento bobo aquele de achar que alguém sente o mesmo por você. Procurar viver, não de ilusão, mas sim com a razão é o melhor para não se ter uma decepção. Decepção esta que vem pelo fato de se fantasiar a realidade. Ser racional é essencial. Quando se perde a razão, se perde tudo.

João C. M. Reina

domingo, 14 de novembro de 2010

domingo, 17 de outubro de 2010

sábado, 2 de outubro de 2010


Amor e Paixão

Distinguir o amor da paixão pode ser até fácil, partindo de que o amor é eterno e a paixão passa. Paixão é euforia enquanto amor é calmaria. Paixão pode destruir e o amor sempre vai construir.

Será que é tão simples assim? Como distinguir quando se está apaixonado por alguém? Quando se está neste estado, não se consegue fazer distinção, não porque o amor é cego, mas porque a paixão nos faz não enxergar. Não adianta alguém nos falar em tom de alerta porque esta paixão também nos deixará surdos. Esta tal paixão nos fará pessoas tão corajosas e obcecadas que faremos de tudo, até mover montanhas para o agrado da outra parte. E sem que percebamos, estaremos “amando” mais o outro do que a nós mesmos.

Será possível ser racional suficiente para impedir que a paixão faça com que percamos a referencia? Diferente da paixão, o amor deve ser um sentimento de felicidade com nós mesmos, ter amor próprio, pois só poderemos amar alguém se estivermos de bem com a vida, se estivermos nos amando e nos valorizando.

O amor é aceitar que o outro tem defeitos, que somos diferentes, que podemos conviver em harmonia, pois o que nos atraiu foi exatamente nossas diferenças. É claro que não será um mar de rosas, porque amar também é sentir ciúmes, é se decepcionar, é errar.

O fato é que não é tão simples assim. A paixão, apesar dos malefícios, apesar dos contras, mantém vivos nossos sonhos. O ideal seria conciliarmos amor e paixão, sempre amarmos apaixonadamente. Talvez esta seja a receita do amor de verdade.

(João C. M. Reina)

sábado, 8 de maio de 2010

Saudade


Saudade

Brincar na terra, rolar no mato, ser um guerreiro ou um super herói, daqueles vindos de outros planetas com a finalidade de defender a Terra das ameaças alienígenas.

Jogar bola no “terrão” e chegar em casa com a roupa toda suja depois do jogo. E ainda, mesmo todo sujo, pegar a bicicleta e ir até o parque do Carmo.

Passar o dia todo olhando para o céu, empinando pipa coma as mãos todas cortadas devido ao “cerol” utilizado na linha como arma e forma de defesa contra os outros que tentam o tempo todo derrubar “o seu pipa”.

Ter barulhentos carrinhos de rolimã, os quais perturbam a vizinhança com seus ruídos, por vezes, ensurdecedores. E é claro, contando com os espetaculares acidentes onde se machucam pés, mãos e outras partes do corpo.

Naqueles dias chuvosos, me divertia muito com meu “Atari” Jogando “Enduro”, “River Raid”, “Megamania”, “Pac Man” e outros. O “Atari”, mais tarde, substituído por “Nintendo”, “Super Nintendo”, “Play Station”...

Na escola, lembranças dos professores, dos amigos, das paixões não correspondidas, das namoradinhas, do primeiro beijo, da merenda. A merenda é um item muito interessante e curioso de ser lembrado. Lembro-me de quando nos serviam ovo cozido. Era um verdadeiro campo de batalha onde havia risco iminente de ser atingido a qualquer momento por um ovo perdido ou não. Explicando: com a intenção de atingir ou não.

Lembranças das idas a Santa Efigênia em busca de componentes eletrônicos para a construção de projetos que raramente funcionavam.

Ir ao cinema no centro não significava assistir filme pornográfico.

Os amores, bem, destes sinto saudades sim, mas sempre fica aquele que marca e que, se pudesse voltar o tempo, com certeza repetiria e tentaria de todas as formas nunca mais perdê-lo.

Enfim, saudade é um momento que tenta fugir da nossa lembrança para acontecer de novo e não consegue.

(João C. M. Reina)

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O Tempo

O tempo

Tudo tem a sua ocasião própria,

e há tempo para todo propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer;

Tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Há tempo de adoecer, e tempo de curar;

Tempo de derrubar, e tempo de edificar;
Há tempo de chorar, e tempo de rir;

Tempo de prantear, e tempo de dançar;
Há tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntá-las;

Tempo de abraçar, e tempo de abster-se de abraçar;
Há tempo de buscar, e tempo de perder;

Tempo de guardar, e tempo de jogar fora;
Há tempo de rasgar, e tempo de coser;

Tempo de estar calado, e tempo de falar;
Há tempo de amar, e tempo de odiar;

Tempo de guerra, e tempo de paz. (Eclesiastes 3:1-8)

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