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domingo, 17 de outubro de 2010

sábado, 2 de outubro de 2010


Amor e Paixão

Distinguir o amor da paixão pode ser até fácil, partindo de que o amor é eterno e a paixão passa. Paixão é euforia enquanto amor é calmaria. Paixão pode destruir e o amor sempre vai construir.

Será que é tão simples assim? Como distinguir quando se está apaixonado por alguém? Quando se está neste estado, não se consegue fazer distinção, não porque o amor é cego, mas porque a paixão nos faz não enxergar. Não adianta alguém nos falar em tom de alerta porque esta paixão também nos deixará surdos. Esta tal paixão nos fará pessoas tão corajosas e obcecadas que faremos de tudo, até mover montanhas para o agrado da outra parte. E sem que percebamos, estaremos “amando” mais o outro do que a nós mesmos.

Será possível ser racional suficiente para impedir que a paixão faça com que percamos a referencia? Diferente da paixão, o amor deve ser um sentimento de felicidade com nós mesmos, ter amor próprio, pois só poderemos amar alguém se estivermos de bem com a vida, se estivermos nos amando e nos valorizando.

O amor é aceitar que o outro tem defeitos, que somos diferentes, que podemos conviver em harmonia, pois o que nos atraiu foi exatamente nossas diferenças. É claro que não será um mar de rosas, porque amar também é sentir ciúmes, é se decepcionar, é errar.

O fato é que não é tão simples assim. A paixão, apesar dos malefícios, apesar dos contras, mantém vivos nossos sonhos. O ideal seria conciliarmos amor e paixão, sempre amarmos apaixonadamente. Talvez esta seja a receita do amor de verdade.

(João C. M. Reina)

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