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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Inquietude


Qual é o ser humano que já não sofreu com desespero? Ou ainda, aquele sentimento de perturbação, receio, inquietação, tudo isso causando uma desarmonia geral e até crises existenciais.

O ser humano é propenso a esquecer as coisas boas e agradáveis, mas nunca esquece aquele assunto que lhe causa inquietude. Pode ser um amor não correspondido, um arrependimento, aquela dúvida que não deixa em paz, tudo isso tirando o sono, trazendo pensamentos ruins e a idéia de problemas sem solução.

As pessoas de pouca fé sofrem mais com isso, pois são incapazes de lidar com certos acontecimentos e obstáculos que são colocados aleatoriamente em suas vidas. Estas pessoas mergulham de cabeça no abismo da melancolia.

Na inquietude, as pessoas sentem a necessidade de fazer alguma coisa para se ter a sensação de alívio, aquela sensação de se tirar o peso das costas. Alguns escrevem, outros cantam ou dançam. São muitas as atividades que podem fazer bem àqueles que por motivos diversos sofrem desta tal inquietude. Fica ao critério de cada um o que é melhor a ser feito. Descubra o que lhe faz bem...

João C.M. Reina

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Missão Possível?


A vida acabou me pregando uma peça quando eu menos esperava. Na busca constante de respostas, acabei encontrando estas de uma forma, no mínimo interessante.

A peça que a vida me pregou foi a de ter colocado no meu caminho uma pessoa tão fragilizada com a vida e ao mesmo tempo de coração tão duro e difícil de ser conquistado.

Percebi a dificuldade de se conquistar um coração se pedidos como este: (...me faça acreditar em coisas que não acredito, ...) me fizerem ficar sem saber o que responder. E se respondesse de imediato, não seria uma resposta sincera.

Ao longo da vida acabei encontrando e conhecendo pessoas que fazem ou fizeram a diferença ou simplesmente me ajudaram num momento de dificuldade.

Há pessoas que conheço há anos, mas que não tenho a liberdade de contar a estas aqueles projetos, aqueles sentimentos que julgo mais íntimos, aquilo que me aflige ou coisas até simples, mas que se tornam tão difíceis de se comentar. É difícil de se explicar, mas acredito que seja pelo fato de não ter confiança o suficiente nestas pessoas. Talvez nem seja a desconfiança, mas a falta de afinidade com estas pessoas.

Já quebrei a cara diversas vezes, mas percebi que por mais que eu relute, sempre estarei correndo atrás da felicidade, e esta nunca é plena de forma solitária. O ser humano não nasceu para viver só.

Por mais que se apanhe da vida, por mais que se decepcione, por mais incrédulas que as pessoas fiquem devido a tais sofrimentos que a vida pregue, sempre existe uma esperança dentro do coração de cada um. O difícil é aceitar que alguém tenha verdadeiras boas intenções mediante tantas decepções.

A missão de convencer alguém a acreditar em algo que não acredita é bem complicado e creio que eu precise de mais tempo para isso. Não dá para se fazer isso da noite para o dia. Talvez eu nem convença. Nem Jesus Cristo conseguiu fazer com que todos acreditassem Nele.

João C.M. Reina

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O Tempo


A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Mário Quintana

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Os melhores filmes sobre viagem no tempo



Trilogia De Volta Para o Futuro (Back To The Future Trilogy, 1985, 1989 e 1990): Não satisfeito em criar uma pequena obra-prima juvenil com o original de 1985, Robert Zemeckis e Bob Gale criaram duas sequências igualmente empolgantes mostrando a existência de uma realidade paralela diferente da qual o Marty McFly (Michael J. Fox), o personagem principal, vivia.








A Máquina do Tempo (The Time Machine, 1960): Baseado no clássico de H. G. Wells, conta a história de um cientista (Rod Taylor) do século XIX que constrói uma máquina do tempo e viaja a um futuro distante para aprender o caminho da paz com a evolução dos homens. O que ele encontra é tudo menos evolução. Teve uma refilmagem em 2002.






Série Exterminador do Futuro (Terminator, 1984, 1991, 2003 e 2009): Jim Cameron revolucionou o gênero por duas vezes com esta série, primeiro com o filme original, depois com a sequencia T2, apresentando efeitos visuais inovadores (para a época). Schwarzenegger faz um andróide que volta no tempo para eliminar aquela que seria a mãe do futuro líder da resistência dos homens contra as máquinas.










Planeta dos Macacos (Planet of Apes, 1968): Esqueça a refilmagem de Tim Burton realizada em 2001, o clássico sessentista é muito melhor! Não tem quem não se arrepie diante da cena onde Charlton Heston descobre a cabeça da Estátua da Liberdade escondida sob a areia (não assistiu? Que pena… acabei de contar o final!).











12 Macacos (Twelve Monkeys, 1985): O diretor Terry Gilliam é conhecido por suas obras cheias de fantasia e imaginação. Aqui ele coloca Bruce Willis e Brad Pitt lado a lado, num thriller de ficção futurista onde o destino da humanidade depende da erradicação de um perigoso virus que quase a extinguiu em 2035.
















Feitiço do Tempo (Groundhog Day, 1993): O comediante Bill Murray é um repórter metereológico mal-humorado que viaja até uma pequena cidadezinha do interior para cobrir “O Dia da Marmota”, um evento local. Mas algo mágico acontece e ele fica preso no tempo, repetindo sempre o mesmo dia. Sem pretenções (será?), o diretor Harold Ramis criou uma obra sensível, engraçada e cheia de mensagens subliminares.














Efeito Borboleta (Butterfly Effect, 2004): Ashton Kutcher é um estudante de psicologia que sofreu diversos traumas de infância e descobre ter o poder de viajar no tempo ao ler o seu antigo diário. Ao tentar “consertar” o passado, cria situações catastróficas no futuro. Uma espécie de De Volta Para o Futuro do lado negro da força.

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