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domingo, 27 de março de 2011

Pato Donald Nazista

Desenho animado do Pato Donald feito em 1943 satirizando a Alemanha Nazista de Hitler.
Venceu o Oscar de Melhor Curta metragem do mesmo ano. (Fonte: Youtube)

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sábado, 19 de março de 2011

Evolução

A teoria da evolução põe em dúvida tudo que se prega no cristianismo até hoje. Acreditando na teoria da evolução, deixamos de acreditar num criador do universo e de todas as coisas, formas de vida que nos cercam e até da própria bíblia sagrada. Fica a dúvida entre o certo e o errado. Será que realmente nós evoluímos do macaco? Se isso for verdade, então por que os macacos ainda existem? Talvez fossem outros macacos. Outra dúvida cruel: Por que nós utilizamos tão pouco do nosso cérebro tão grande e sofisticado? Não faz sentido termos um cérebro tão desenvolvido se não usamos 100% dele. Pois bem, talvez seja melhor assim. Utilizando o pouco do cérebro, nós conseguimos fazer um bom estrago em tudo que tocamos. Talvez a "natureza" tenha sido sábia. Nós nos classificamos como seres humanos. Nós, seres humanos, somos tão arrogantes que nos achamos no direito de destruir e matar apenas por prazer. Não existe outro ser na face da Terra que tenha comportamento igual ou parecido. O leão mata para alimentar a si próprio e seus filhotes. O ser humano mata o leão apenas pelo prazer de vê-lo cair morto. Quando não faz por prazer, faz por ganância.

João C.M.Reina

sábado, 12 de março de 2011

O Lindo Dia

E o dia amanhecia. Fazia um lindo sol, não havia nuvens no céu. Na cidade, eu observava aquele grande movimento como uma grande metrópole se desenvolvendo, enquanto tomava meu café da manhã em uma padaria no centro da cidade. Para mim, mais um dia normal começava. Na TV um programa exibia pessoas trabalhando no campo, plantando, cultivando a terra e também colhendo. No jornal que estava sobre minha mesa, me chamou atenção uma matéria sobre a preservação do meio ambiente.

Saindo da padaria me deparei com crianças indo para a escola que ficava ali bem próximo. Resolvi caminhar na mesma direção das crianças, pois ainda estava cedo e eu poderia aproveitar o frescor das arvores que circundavam a escola e logo mais adiante havia um parque e lá mais ar fresco.

Caminhando no parque observei que haviam cisnes na lagoa. Chegando mais perto, observei peixes nadando muito próximo da superfície. Olhei em volta e notei que aquilo tudo era muito bonito. Nem tudo havia sido feito pela natureza, mas era muito belo. Percebi que há muito tempo eu não parava para observar a complexidade e ao mesmo tempo a simplicidade da natureza. Eu sempre ocupado em apenas prestar atenção no trabalho, sempre vivendo a rotina como se fosse um castigo sem fim e achando tudo normal.

Num dado momento algo me incomodava. Era a preocupação do horário. Já era hora de partir. Precisava chegar no trabalho.

Caminhando na direção do ponto de ônibus, ouvi um estrondo, como se fosse uma explosão que naquele momento me ensurdeceu e no mesmo segundo senti um deslocamento de ar vindo nas minhas costas e junto com o vento muito pó e pedaços de galhos de arvores. Olhei para trás e me deparei com uma cena aterrorizadora. O céu que em instantes era azul estava ficando negro e aquele vento que vinha, parecia carregar consigo tudo que encontrava pela frente. Num ato de desespero, comecei a correr na procura de um abrigo. Encontrei pessoas desesperadas, gritando aterrorizadas, correndo sem destino. Cheguei a escada do metrô e desci, achando naquele momento que seria o local mais seguro. Lá embaixo, pessoas choravam, gritavam, procuravam seus amigos ou parentes. Encostei-me num canto, sentei e naquele momento comecei a imaginar que o mundo estaria acabando. Que aquele carro que eu pretendia comprar, já não precisaria mais e já não importava mais pensar nisso. Percebi que naquele momento nenhum bem material me salvaria. Que se eu sobrevivesse àquela catástrofe eu não teria quem procurar ou quem me procurasse, pois eu não tinha ninguém. Percebi que mesmo naquele momento, se eu tivesse alguém com quem me preocupar, eu me sentiria mais confortável, mesmo estando preocupado. Pensei que poderia ter compreendido melhor algumas pessoas que passaram em minha vida. Que deveria ter compreendido aquela que um dia me disse não gostar de flores. Mesmo ela dizendo que preferia vê-las no jardim eu não a convidei para passear num jardim florido. Percebi que naquele momento eu não poderia fazer nada para corrigir os meus erros da vida. Percebi que tive muito tempo para fazer o certo e só fiz o errado.

Num dado momento, ouvi alguém me chamando pelo nome. Eu olhava para os lados e só o que eu via eram pessoas aterrorizadas, água invadindo tudo e já cobria minhas pernas chegando no joelho. Novamente ouvi uma voz me chamando. Eu não conseguia descobrir de onde vinha a voz. Aquela água já me cobria quase o corpo inteiro. Eu já sentia o sabor salgado daquela água. Provavelmente estava vindo do mar. A voz continuava me chamando. A água cobrindo o meu corpo quase que por completo. Tentei chegar num lugar mais alto. Aquela voz me chamando...

*O texto acima foi baseado em ficção. Me inspirei no sofrimento dos japoneses durante o tsunami ocorrido logo após um terremoto em 11 de Março de 2011. Serve como reflexão e que nada podemos diante de uma situação destas. A qualquer momento pode acontecer uma catástrofe de dimensões parecidas. Não é o primeiro caso. Já ocorreu em outros países e o Brasil não está livre de uma catástrofe destas. É só lembrar do ocorrido na região serrana do Rio de Janeiro. O governo brasileiro se mostrou incapaz de lidar com a situação. No Japão, pelo menos existe uma conscientização de como lidar com terremotos ou catástrofes do tipo. No Brasil, salve-se quem puder.

João C.M.Reina

terça-feira, 8 de março de 2011

Perfume de Mulher

Aqui, minha homenagem...

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domingo, 6 de março de 2011

Pérolas aos Porcos


Alguém me ensinou na prática que não se deve atirar pérolas aos porcos. Um dia, se eu reencontrar esta pessoa, preciso agradecer.

Não oferecer rosas a quem não gosta de rosas, não ser carinhoso com quem não precisa de carinho, não oferecer ajuda a quem não quer ser ajudado, não recitar poemas a quem não tem a sensibilidade de entende-los, não ser bonzinho com quem não entende o que é bondade, não ser correto com alguém que é incorreto, ser superficial com quem é superficial, não valorizar aquele que não me valoriza; não insistir em quem não dá sinais de que vale a pena insistir, amar quem realmente me ama.

“(Mateus 7:6) Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem.”

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