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sábado, 27 de agosto de 2011

Um Dia Perfeito

Um Dia Perfeito

Quase morri
Há menos de trinta e duas horas atrás
Hoje a gente fica na varanda
Um dia perfeito com as crianças.

São as pequenas coisas que valem mais
É tão bom estarmos juntos
Tão simples: um dia perfeito

Corre, corre, corre
Que vai chover!
Olha a chuva!

Não vou me deixar embrutecer
Eu acredito nos meus ideais
Podem até maltratar meu coração
Que meu espírito ninguém vai conseguir quebrar!


Legião Urbana


domingo, 21 de agosto de 2011

Sociedade de Hoje

É preciso deixar de ser sentimental
Acordar para o mundo moderno
Onde tudo tem valor material
Onde se acabou o amor eterno

Hoje não se valoriza o sentimento
Mas sim,  as vantagens proporcionadas
Por contratos e não mais casamentos
Valores modificados, lamento

Hoje, felicidade é ter bens a perder de vista
Ter aquela casa num bairro nobre
Ter aquele carro anunciado naquela revista
Ter o filho estudando num colégio que não seja de pobre

Hoje já não se vive de ideais
Hoje se vive de aparências
Que são vistas todos os dias em jornais
Sociedades de mentira, irreais.

João C.M. Reina

domingo, 14 de agosto de 2011

Traumas


Traumas

Meu pai um dia me falou
Pra que eu nunca mentisse



Mas ele também se esqueceu
De me dizer a verdade



Da realidade do mundo
Que eu ia saber



Dos traumas que a gente só sente
Depois de crescer



Falou dos anjos que eu conheci
No delírio da febre que ardia



Do meu pequeno corpo que sofria
Sem nada entender



Minha mulher em certa noite
Ao ver meu sono estremecido



Falou que os pesadelos são
Algum problema adormecido



Durante o dia a gente tenta
Com sorrisos disfarçar



Alguma coisa que na alma
Conseguimos sufocar



Meu pai tentou encher de fantasia
E enfeitar as coisas que eu via



Mas aqueles anjos agora já se foram
Depois que eu cresci



Da minha infância agora tão distante
Aqueles anjos no tempo eu perdi



Meu pai sentia o que eu sinto agora
Depois que cresci



Agora eu sei o que meu pai
Queria me esconder



Às vezes as mentiras
Também ajudam a viver



Talvez um dia pro meu filho
Eu também tenha que mentir



Pra enfeitar os caminhos
Que ele um dia vai seguir



Meu pai tentou encher de fantasia
E enfeitar as coisas que eu via



Mas aqueles anjos agora já se foram
Depois que eu cresci



Da minha infância agora tão distante
Aqueles anjos no tempo eu perdi



Meu pai sentia,
Sentia o que eu sinto agora

Depois que cresci


Meu pai tentou
Tentou encher de fantasia...


Roberto Carlos/ Erasmo Carlos


terça-feira, 9 de agosto de 2011

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